A resposta às questões primordiais: «quem sou eu, de onde venho» move cada vez mais pessoas em todo o mundo, que encontram na genealogia uma forma de saciar a curiosidade natural sobre as suas origens.

Genealogia em Portugal

O mundo deixa de ser um lugar estranho quando se visita uma aldeia remota ou um local histórico sabendo que os nossos antepassados andaram por lá.
A resposta às questões primordiais: «quem sou eu, de onde venho» move cada vez mais pessoas em todo o mundo, que encontram na genealogia uma forma de saciar a curiosidade natural sobre as suas origens.
Serei descendente de D. Afonso Henriques, terei algum antepassado que pertenceu ao Santo Ofício? Quem se inicia nesta actividade tende a viciar-se, já que a genealogia acaba por se tornar numa espécie de jogo cujo objectivo é recuar o máximo possível no tempo, dando nome aos pais, avós, bisavós, e por aí fora.
«Só um por cento das pessoas sabe o nome dos seus trisavós», diz José Soares Machado, presidente da Associação Portuguesa de Genealogia.
Reportagem SIC
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